Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), aponta para 0,3 por cento da queda dos preços de alimentos em Novembro.

O indicador ficou em 135,7 pontos, seguindo em queda após bater seu nível mais alto em Março, com a invasão da Ucrânia pela Rússia.
De acordo com o que lê-se no Jornal de Angola, o preço dos cereais caiu 1,3 por cento em relação ao mês anterior, mas ainda está 6,3 por cento mais alto em comparação ao ano passado.
O trigo e milho ficaram mais baratos 2,8 e 1,7 por cento respectivamente, influenciados pela extensão da Iniciativa de Grãos do Mar Negro. Já os preços internacionais do arroz subiram 2,3 por cento.
Os valores do óleo vegetal subiram 2,3 por cento em Novembro, encerrando sete meses consecutivos de queda.
Os preços internacionais dos óleos de palma e soja subiram, enquanto os de colza e girassol caíram. Os lácteos tiveram uma queda de 1,2 por cento desde Outubro, com as cotações mundiais de manteiga, desnatado e leite em pó integral caindo, em meio a uma redução na demanda de importação.
Já a procura por queijo aumentou, em parte devido a disponibilidades de exportação menos dinâmicas dos principais países produtores do Oeste da Europa.
De acordo com a FAO, a carne ficou 0,9 por cento mais barata em Novembro, com a queda dos preços internacionais da carne bovina.
A queda foi puxada pelo aumento da oferta de exportação da Austrália e pela alta oferta do Brasil, apesar da forte demanda de importação da China.
Os preços mundiais de todos os outros tipos de carne se recuperaram, liderados por cotações mais altas da carne ovina.
De acordo com o índice da FAO, o açúcar subiu 5,2 por cento em Novembro, influenciado pela forte compra em meio à oferta global reduzida com os atrasos na colheita nos principais países produtores e o anúncio da Índia de uma cota de exportação de açúcar mais baixa.
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