A Fazenda Marisirish, do Loquembo, Malanje, iniciou, quinta-feira,04, a colheita de dez mil toneladas de arroz, mais do que o dobro que as quatro mil toneladas de 2023, num acto em que o ministro da Agricultura e Florestas, considerou que as dimensões devem ser interpretadas como o “despertar” do país na produção de arroz.

António de Assis acrescentou que, na época de colheita que iniciou ontem,04 de Abril, o potencial da produção nacional de arroz inclui operações de lavoura, além de Malanje, em curso no Moxico, Cuando Cubango, Huíla, Huambo e Benguela, as quais devem acentuar uma redução assinalável das importações, situadas em 650 mil toneladas por ano.
Esta expectativa assenta no facto de haver condições para a produção de arroz em todas as regiões do país, declarou o ministro, assegurando que o Ministério da Agricultura e Florestas vai continuar a apoiar os produtores do sector familiar e empresarial, de modo a tornar o país auto-suficiente num horizonte de três anos.
Nessa acepção, anunciou, está em curso a formação de parcerias com empresários chineses que tencionam investir na produção de arroz em Angola, no quadro das políticas de aumento da produção interna, situada entre 35 e 40 mil toneladas por ano, cifra irrisória face à importação .
A produção da Marsiris ocorreu, este ano, numa fazenda do Luquembo de 2.500 hectares, representando mais do dobro das variáveis do ano agrícola anterior, quando a operação foi realizada numa área de mil hectares e resultou numa colheita de quatro mil toneladas, de acordo com a sócia-gerente da fazenda Sónia Liyun.
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