Depois de quase décadas de inactividade na produção de culturas consideradas comerciais, a província da Lunda Sul começa a dar sinais positivos no cultivo de grãos (arroz, feijão, milho, trigo e soja), com vista a segurança alimentar das famílias do corredor Leste.

Em declarações a imprensa pública, o director do Gabinete Provincial Agricultura e Desenvolvimento Rural e Pescas, Nelson Senguetali, o objectivo é fomentar a produção de grãos na região, uma vez que os tubérculos, raízes e leguminosas são as culturas predominantes da província.
O responsável avançou que, em função dos hábitos cultivares e alimentares da região, os camponeses apostam mais na produção de batata-doce, mandioca, feijão e amendoim, daí a necessidade da introdução dos grãos, de formas a diversificar as culturas e consequentemente a melhoria da dieta alimentar das famílias.
Nelson Senguetali, disse ainda, que a Lunda Sul tem potencial e condições “dafo-climáticas” e capacidade de produção para se transformar num celeiro importante na produção nacional.
O planagrão entrará definitivamente em funcionamento no início deste ano, nos quatro municípios da província (Cacolo, Dala, Muconda e Saurimo).
Quanto ao Programa de Massificação da Agricultura nas Comunidades (PMAC), fez saber que foram preparados mil e 500 hectares de terra para o cultivo de milho, feijão e soja.
Na Lunda Sul, o PMAC abrangeu cerca de cinco mil famílias agrupadas em associações de camponeses das 10 comunas que compõem a província.
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