Os hotéis do Lubango estão com a reservas esgotadas para o mês de Agosto, devido a 4ª edição da Feira dos Municípios e Cidades de Angola, que decorrera de 10 a 13 próximo mês da Festas da Senhora do Monte.

A azáfama associa-se às tradicionais Festas da Senhora do Monte, que deixam as unidades hoteleiras sem respostas por pelo menos nove dias.
O administrador do hotel Serra da Chela, Diamantino Garção, referiu estar com a casa cheia há dois meses, mas a unidade esmera-se para receber os convidados com uma remodelação interna e externas, para que os clientes possam ter melhores serviços. Lê-se na ANGOP
Avançou que fruto da demanda, o quadro de pessoal já foi reforçado com mais sete trabalhadores temporários, que se juntam aos 105 fixos para os nos três turnos e em Agosto pretende-se contratar mais 40 funcionários eventuais.
O hotel conta com 160 quartos por reserva individual, a sua ocupação por camas é de 316 clientes.
Já o gerente do Hotel Lubango, Quaresma Kinavuidi, referiu estar com uma reserva de 90 por cento garantida, numa unidade de 81 quartos.
Relatou que em função de ter a “casa cheia”, está já em revisão a emenda do pequeno-almoço, com mais opções de variedades da terra, assim como reactivar os serviços das visitas em alguns pontos turísticos da província, que estava suspenso temporariamente.
Em relação aos funcionários, o fez saber que conta com 46 e não há férias para o mês de Agosto, por ser um período de “muito movimentado” na cidade por causa das Festas da Nossa Senhora do Monte.
Na mesma senda, o director do Novo Hotel, Paulino Putu Binji, disse que as reservas estão, igualmente, lotadas, assinalando ser um “momento único” de obter receitas para melhorar os serviços e cumprir com os pagamentos dos impostos e salários dos funcionários a tempo oportuno.
Ressaltou que serão recrutados 15 trabalhadores eventuais para reforçarem os 40 efectivos, assim como colocar no programa um tour pela cidade, havendo disponibilidade dos clientes, para conhecerem mais da cidade, promovendo assim o turismo interno.
Por sua vez, o presidente da Associação de Operadores e Promotores de Turismo (HOTOUR) João Lopes, considerou que a questão das reservas esgotadas é “bom sinal”, porque acaba por fornecer um maior movimento turístico à urbe.
Declarou que para o turismo, um sector que não está contemplado no programa de apoio à economia, acaba por ser satisfatório, porque o movimento vai aumentar e depois tem a formação on-job, em que as unidades terão uma pressão pela demanda, obrigando-as a melhorar à oferta de serviços.
Actualmente apenas duas companhias comerciais operam no Lubango, nomeadamente a TAAG e a Fly Angola com um voo/diário para o Lubango, um evento que poderá requerer mais frequências em função da procura.
A rede hoteleira na província da Huíla é composta por 140 unidades, com dois mil 169 quartos e duas mil 980 camas, ao passo que a restauração e similares contam com 968 unidades. Tem igualmente 14 monumentos e sítios classificados e 23 agências de viagens.
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