Centrais sindicais angolanas defendem a atualização do salário mínimo nacional para 245.000 kwanzas contra os atuais 32.000 kwanzas e a redução do imposto sobre o trabalho (IRT) para 10%, em caderno reivindicativo remetido ao titular do poder executivo e Presidente angolano, João Lourenço.

De acordo com a UNTA-CS, CGSILA e a Força Sindical, a retirada da subvenção do Estado à gasolina “agudizou da pior forma a vida socioeconómica dos trabalhadores em todas as vertentes, pelo facto de a mesma não ter sido acompanhada com outras medidas complementares, que deveriam atenuar o impacto negativo da sua aplicação”.
O portal Economia Rural soube que, neste caderno reivindicativo, os sindicalistas angolanos justificam que o “acentuado” nível de desemprego, o baixo nível da renda real das famílias, a desvalorização “assustadora” do kwanza, a desaceleração e instabilidade da atividade económica e política fiscal “mal concebida” como razões de suas reivindicações.
Views: 11









Deixe um comentário