Em média o país importa 15 mil toneladas de arroz, por mês para o consumo, numa despesa de cerca de 26 milhões de dólares.

Estima-se que entre 2017 e 2021, a importação do arroz saiu de 37 420 toneladas para 488 722 toneladas, somando gastos de 263,4 milhões de dólares, embora, nesse mesmo período, a produção interna tenha subido 12 por cento.
Este é de resto uma das razões para a aposta do Executivo no Plano Nacional de Fomento da Produção de Grãos – PLANAGRÃO, estratégia em que estão garantidos financiamentos de 2,8 biliões de kwanzas no período 2023-2027.
De acordo com o Jornal de Angola, as províncias do Bié, Cuando Cubango, Malanje e mesmo as do Leste (Moxico, Lundas Norte e Sul) apresentam-se como potenciais centros do relançamento da cultura do arroz.
Em 2022, a importação de alimentos custou ao país 2,8 mil milhões de dólares. Admite-se que o arroz, a par da farinha de trigo, açúcar, óleo de palma e alimentar, e mesmo a coxa de frango sejam dos produtos mais comprados no exterior do país.
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