O Projecto de Desenvolvimento da Agricultura Comercial (PDAC) dispõe de 230 milhões USD para financiar cooperativas, médias empresas e empreendedores singulares envolvidas na agricultura comercial.

A informação foi avançada, no evento que marcou a assinatura do acordo de cooperação entre o Fundo de Garantia de Crédito e o Banco de Negócio Internacional (BNI) no âmbito do respectivo programa.
O acordo cobre financiamentos do Projecto de Desenvolvimento da Agricultura Comercial (PDAC), ao qual estão afectos os fundos obtidos do Banco Mundial e da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) para prestar apoio ao combate à pobreza, empoderamento de jovens e aumento do emprego em áreas geograficamente seleccionadas.
Deste projecto, beneficiara do financiamento, todos produtores que se dedicam à produção de milho, feijão, soja, café, ovos e frangos, mediante à solicitação de crédito aos bancos parceiros do FGC (BAI, BFA, BCGA, BNI e SOL), no quadro do PDAC.
Luzayadio Simba indicou os requisitos para que um agricultor beneficie do financiamento à luz do PDAC. “O proponente não deve ter qualquer dívida fiscal, e tem de ser um produtor dos cereais mencionados”
O acordo, subscrito pelo presidente do Conselho de Administração do FGC, Luzayadio Simba, o administrador do BNI Sandro Africano e o director do Gabinete de Estudos, Planeamento e Estatística do Ministério da Agricultura e Florestas, Anderson Jerónimo, é o quinto estabelecido com operadores do sistema bancário angolano.
Em declarações à imprensa, o presidente do Conselho de Administração do FGC reafirmou, como “verdadeiro papel” do serviço que dirige, a concessão de garantias públicas a projectos que apresentarem insuficiências de garantias reais.
O director Comercial do BNI, Edson Matoso, considera a assinatura como um acto relevante para o crescimento da economia angolana por apoiar os promotores da agricultura comercial, prometendo diligência na concessão de crédito.
Mais de 250 agricultores já beneficiaram do PDAC, desde os três anos de existência, segundo o director do Gabinete de Estudos, Planeamento e Estatística do Ministério da Agricultura e Florestas, Anderson Germano, em declarações à imprensa.
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