Os setores da agricultura, pesca, pecuária, telecomunicações, turismo, infra-estruturas de transporte, energia e indústria, foram eleitos como sectores prioritários estratégicos pelo o Executivo angolano, para o país aderir ao financiamento do Banco Africano de Desenvolvimento, avaliado em 528 milhões de dólares, com o objectivo de impulsionar o programa da diversificação da economia.

Conforme avançou o director nacional de Estudos e Planeamento, do Ministério da Economia e Planeamento, Luís Epalanga, os projectos de parceria público-privados e activos inseridos no processo de privatizações do Estado, constam, igualmente, das prioridades do Governo, para o acesso do crédito do BAD, durante o periodo 2023/2027.
Luís Epalanga, disse que o financiamento do BAD, insere-se num acordo rubricado, em 2018, entre a instituição bancária e alguns Governos de Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (Palop), com destaque para Angola, Guiné Bissau e Guiné Equatorial, denominado “compacto Lusófono” com o objectivo de financiar projectos de investimentos.
Segundo o responsável, neste acordo, o Governo português ficou com a responsabilidade de assegurar a garantia do financiamento, no valor de 400 milhões de dólares, para permitir que os empresários desses países menos capitalizados, possam concorrer ao crédito do BAD.
O director nacional de Estudos e Planeamento informou que, Angola para aderir ao financiamento, primeiro, teve que implementar reformas económicas, que pudessem proporcionar um excelente ambiente macroeconómico favorável, para o desenvolvimento de negócios com investidores estrangeiros.
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