O Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) na Lunda-Sul repatriou, durante este ano, 132 cidadãos do Congo Democrático, por entrada e permanência ilegal no território angolano.

Manuel Mutinho reconheceu, no balanço das actividades do ano, a limitação de meios para garantir uma cobertura mais efectiva de um eixo fronteiriço fluvial, com mais de 180 quilómetros, que delimita Angola e a vizinha República do Congo Democrático.
O chefe da área de Comunicação Institucional e Imprensa do SME na Lunda-Sul, Piedade Pedro, disse que muitos estrangeiros, em situação migratória ilegal, são acolhidos por conterrâneos e nacionais, que desta forma têm auxiliado na migração.
Para combater a prática, adiantou, inúmeras campanhas de sensibilização têm sido feitas nas comunidades, para incentivar a cooperação dos nativos e a denúncia contra estranhos ou de condutas suspeitas de crime.
Das cobranças de vários serviços migratórios e multas, avançou, o Estado conseguiu arrecadar, este ano, mais de 50 milhões de kwanzas. “O valor suplanta os Oito milhões, quatrocentos mil kwanzas obtidos no mesmo período do ano passado”.
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