Com uma participação de 0,8 % na formação do Produto Interno Bruto, o sector florestal tem potencial para expandir essa participação em até 5,00 %, de acordo com fontes da indústria madeireira.

Durante o 1º Simpósio de Negócios sobre Produção de Mobília e Transformação da Madeira, a chefe do departamento de Fomento Florestal, do ministério da agricultura e Floresta, engenheira, Cristina Tumba, disse que ainda existe no país muitos casos de exploração ilegal de madeiras, sem avançar dados estatísticos, Cristina Tumba informou que o ministério tem apreendido, e a produzir multas, trabalhando com os outros órgãos de justiça e segurança para diminuir está problemática.
A responsável apontou as províncias do Uíge, Cuando Cubango, e todas outras províncias que têm muita madeira, acabam caindo na malha dos garimpeiros na exploração ilegal de madeiras .
Cristina Tumba, afirmou que a indústria nacional da madeira está a caminhar em bom passo, visto que já há no país lojas a venderem mobílias feitas com o material nacional, carteiras para as escolas do país feitas com madeiras nativas e com boa durabilidade.
Para o aumento da fatia de 5,00 % no Produto Interno Bruto, a engenheira esclareceu que o ministério da agricultura e Floresta, hoje está a estabelecer contrato de concessão de 45 anos, onde o produtor vai poder explorar e plantar o seu produto.
Quanto a exploração ilegal, a representante disse que é uma luta árduo, e o ministério tem algum défice de fiscais, mais o memorando aprovado pelo conselho de ministros, já prevê a contratação de mais fiscais para se combater com eficácia a exploração ilegal de madeira no país.
Segundo a chefe do departamento de Fomento Florestal, do ministério da agricultura e Floresta, engenheira, Cristina Tumba, o ministério está a pensar na criação de um selo verde, uma certificação para produtos, serviços e empresas que produzem de forma sustentável, ou seja, com ações de menor impacto ambiental e socialmente responsáveis.
Cristina Tumba, disse que com o selo verde, o comprador terá a garantia de que a mobília que vai comprar foi confeccionada com uma madeira explorada de forma legal, e não promover o garimpo.
Views: 14









Deixe um comentário