O Parque Nacional da Cameia, o Lago Dilolo, as quedas do Tchafinda, na província do Moxico, o Memorial da Batalha do Cuito, as quedas de água no município do Cuemba (Bié), Morro do Moco e Luvili, no Huambo, e o Parque de Chimalavera, navios Zaíre na restinga do Lobito, em Benguela, são atracções turísticas do “corredor do Lobito” que podem gerar receitas ao país.

Segundo o académico, Manuel Bandeira que dissertava sobre “O turismo na Região Litoral, Centro e Leste do país”, na passada sexta-feira (4), no Luena, as valências turísticas ao longo do “Corredor do Lobito” (Benguela, Huambo, Bié e Moxico), são capazes de atrair investidores nacionais e internacionais.
Na ocasião, o director geral do Instituto Superior Politécnico do Moxico disse que há necessidade de se encontrar estratégias mais adequadas para atracção de investimentos na “indústria da paz”, começando pela inventariação de todos pontos turísticos nas Administrações Municipais.
“A necessidade é urgente de os municípios do país criarem os respectivos planos directores do turismo”, afirmou.
Manuel Bandeira sugeriu a construção de infra-estruturas de médio portes nas actuais zonas turísticas existentes, com utilização de meios naturais, sem necessidade de recorrer a meios de grande proporção.
“Temos flora e fauna com espécies, de grande relevância, com clima super atrativo e convidativo”, sustentou.
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