A falta de infra-estruturas rodoviárias e a dificuldade de acesso à água para irrigar os campos, com vista a acelerar a produção agrícola, está a condicionar o aumento da produção da Agro-Quiminha, de acordo com o secretário-geral da Cooperativa dos Militares, Silvério Agostinho.

O responsável avança que, a produção de milho, mandioca, tomate e batata pode dobrar até mil toneladas por ano, mas a escassez de água, aliada à falta de electricidade e à dificuldade de escoamento dos produtos tem condicionado o aceleramento.
Silvério Agostinho explicou que podiam produzir muito mais, mas as dificuldades que enfrentam impedem de atingir até a capacidade instalada, estimada em 530 toneladas por ano.
O líder associativo, que falava à margem do encontro mantido com a 4ª Comissão de Trabalho especializada da Assembleia Nacional, frisou que tais constrangimentos cooperam para a não dinamização da economia por via da agricultura.
O dirigente associativo referiu que precisam ainda de apoios ligados a questões financeiras e que têm vindo a bater portas, sem sucesso, a programas como PRODESI (Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição das Importações).
Localizado no município de Icolo e Bengo, o Pólo Agrícola da Quiminha, é um dos investimentos públicos destinados ao aumento da produção interna e reduzir as exportações de bens alimentares no país.
Views: 32









Deixe um comentário