A Fundação Sagrada Esperança e o Grupo ALCAAL Angola assinaram, esta terça-feira, em Luanda, um Memorando de Entendimento para a reconstrução do Hotel Panorama, cujo investimento ronda os 50 milhões de dólares, equivalentes a 41,2 mil milhões de kwanzas.

O Memorando de Entendimento foi assinado entre os presidentes do Conselho de Administração da Fundação Sagrada Esperança, Roberto de Almeida, e o do Grupo ACAAL Angola, Jorge Amaral.
Na ocasião, o presidente do Conselho de Administração do Grupo ACAAL Angola, Jorge Amaral, considera que o novo Hotel Panorama vai revitalizar uma área extra-ordinária da cidade de Luanda, além de vir a revitalizar o turismo.
Em 2017, o Hotel foi comprado pela Fundação Sagrada Esperança.
No quadro do Memorando assinado, as actuais estruturas do Hotel serão demolidas para dar lugar a um outro projecto, um trabalho que vai levar cerca de 36 meses.
A demolição do Panorama vai depender da obtenção de toda a documentação, um processo que poderá levar seis meses.
A infra-estrutura vai dispor de 175 quartos, dos quais 160 suites, 10 suites master e cinco presidencial, além de um centro de convenções para cerca de 500 pessoas.
O imóvel previsto reserva também espaço para um SPA, piscinas e restaurante panorâmico, discoteca, galeria comercial e um parque de estacionamento para viaturas.
O presidente do Conselho de Administração da FSE, Roberto de Almeida, avançou a imprensa pública, que o projecto vai permitir a criação de 600 a 700 novos postos de trabalho.
Olhando para a posição do hotel, com vista para o mar, Roberto de Almeida antevê a atracção de turistas, que terão actividades náuticas e outras modalidades desportivas.
Considerado um projecto emblemático, o Hotel Panorama existe há mais de 40 anos, e foi durante muitos anos, o único com cinco estrelas em Luanda.
Em 2007, foi despromovido, pelo Ministério de Hotelaria e Turismo, para a categoria de uma estrela, depois de passar por um processo de decadência, que começou durante a guerra civil e se acentuou por falta de investimento em obras de manutenção.
Localizado na ilha de Luanda, o imóvel encontrava-se abandonado quase três décadas.
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