O Instituto de Investigação Agronómica (IIA) criou, na Huíla, um banco genético regional para o Semi-árido, que vai conservar e melhorar sementes, com vista a garantir a sustentabilidade do sistema de segurança alimentar.

A iniciativa que conta com a ajuda do Programa de Resiliência para o Fortalecimento da Segurança Alimentar no Sul de Angola (FRESAN), por parte do Camões Instituto Português, foi fixada na Estação Experimental Agrícola do município da Humpata, cujo foco é desenvolver a agricultura familiar e a preservar a herança genética do semi-árido.
Como primeiro passo para o estabelecimento do Banco de interesse regional, fez-se uma recolha de amostras de sementes junto dos agricultores beneficiários do FRESAN nas três províncias de intervenção (Huíla, Namibe e Cunene), assim como uma formação técnica.
Em declarações a Angop, o diretor-geral do IIA, João Ferreira Neto, disse que o banco genético regional para o semi-árido é uma realidade, com base numa prévia recolha do germo-plasma local.
Para o responsável, a variedade de sementes locais e após a selecção, dar-se-á início a um trabalho de multiplicação, para no futuro experimentar acções de melhoramento e aumentar a produtividade dessas culturas.
Já o Centro de Recursos Fitogenéticos da Faculdade de Ciências Naturais da Universidade Agostinho Neto assumiu o Comando Técnico da iniciativa.
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