São mais de 220 mil toneladas de sal em stock à procura de mercado para a venda, no município da Baía Farta, província de Benguela, de acordo com o director Municipal da Agricultura, Pecuária e Pesca local.

Em declarações ao Jornal de Angola, o director Municipal da Agricultura, Pecuária e Pesca local, Pedro Kandangongo, disse que, anualmente, o município da Baía Farta produz mais de 50 mil toneladas de sal.
Pedro Kandangongo informou ainda que, para ajudar a escoar o sal que existe em stock no município da Baía Farta, o sector tem estado a realizar, junto de diversos parceiros do Ministério das Pescas e Recursos Marinhos a identificação de mercado.
“Já temos o nosso sal na Zâmbia e Congo, (neste último país em maior escala) e o objectivo é intensificar a comercialização”, disse, esclarecendo que o stock elevado de sal surgiu devido o “divórcio” da indústria pesqueira e salineira.
Pedro Kandangongo, considera “divórcio”, uma vez que a compra do sal,é apenas para o consumo humano, nos mercados e praças, visto que “as indústrias pesqueiras só congelam e já não escalam. Daí, tratarmos de um divórcio”, esclareceu, salientando que o cenário vai ser alterado porque já há indicadores de que as indústrias vão começar a fazer a escala de peixe localmente.
De acordo com o director Municipal da Agricultura, Pecuária e Pesca local a indústria salineira controla quatro unidades de produção de sal, com destaque para a Makaka, Chamume, Calombolo e o Alexandre House, além de outras unidades que estão em fase de surgimento.
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