Os 25 produtores e técnicos de brigadas do Instituto Nacional do Café, das províncias do Bengo e Cuanza Norte, estão desde quarta-feira (11) a aprimorar as técnicas da produção de mudas de café.

Enquadrada no programa de produção de mudas de café, cacau, palmeira de dendém e caju, a formação tem como objectivo a necessidade de renovar o parque cafeeiro nacional.
Durante a formação de três dias, os participantes aprendem como identificar e combater as pragas e doenças do café no viveiro (a rizoctonia solani e cercospora), a transplantação dos viveiros, produção de sementes, escolha do local para instalação de viveiros e os tipos de viveiros.
Em declarações a imprensa pública, o director nacional adjunto para área técnica do INCA, Magalhães Alfredo Lourenço, informou que a instituição está a distribuir sementes e bolsas de polietileno, em algumas fazendas, para a instalação de viveiros e apoiar os pequenos produtores no fornecimento de mudas.
A província do Bengo possui um viveiro com 34 mil mudas de cacau e 32 mil 528 de café.
O responsável disse que em 2022, a produção do café no Bengo foi de 66 toneladas. Considerando muito pouco, e que deve-se trabalhar mais para se ter uma produção aceitável.
O sector na província prevê produzir 300 mil mudas de cacau para distribuir aos produtores e interessados na produção desta cultura no país.
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