Em 2023, o Conselho de Administração da Zona Económica Especial vai estar focado na continuidade de um plano estratégico amparado por um plano de negócios centrado numa projectada conversão da ZEE numa zona franca.

Segundo o presidente do Conselho de Administração da Zona Económica Especial (ZEE), António Henriques da Silva, o aumento do número de produtos exportados é uma demonstração da dinâmica da ZEE no domínio da internacionalização da economia nacional, tendo em vista o aumento das receitas em divisas resultantes da diversificação do sector produtivo.
O responsável disse que “O impacto das exportações ainda não é muito expressivo no nosso Produto Interno Bruto (PIB), mas é importante reter que será destas novas iniciativas que Angola vai poder jogar um papel cada vez mais importante, no que à diversidade de produtos exportados diz respeito”, perspectivou.
A ZEE criou o Guiché de Apoio ao Investidor (GAI) de forma a eliminar os obstáculos burocráticos que prejudicam a acção daqueles que pretendem aceder a activos da economia angolana a serem privatizados e daqueles que já se encontram estabelecidos no âmbito do enquadramento jurídico-legal da ZEE.
“Nesta estratégia de captar investimentos e internacionalizar a economia angolana, a ZEE EP está a integrar-se no processo de livre comércio nos países da SADC, de forma a estarmos aptos para responder aos desafios que representam a AfCFTA, um bloco económico constituído por 55 países e que vai unir 1,3 mil milhões de pessoas e representar um PIB combinado de 3,4 triliões de dólares”, concluiu.
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